|
sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor”.
( I Cor 13:13)
Na cultura brasileira existe um dito popular que diz que 'a esperança é a última que morre'. Na verdade este dito contraria o princípio bíblico de I Cor 13:13, que nos diz que a esperança não morre, mas permanece para sempre.
É bem verdade que muitas vezes passamos por situações para as quais parece não haver mais esperança... situações onde nos encontramos num “beco sem saída”. Nessas horas de tribulação, de provação e até mesmo de angústia e desespero, as circunstâncias parecem ser maiores que nós, e sentimo-nos derrotados, fracassados, impotentes e sem esperança. Foi assim com Jairo, quando recebeu a notícia de que era tarde demais, sua única filha havia morrido, e já não valia a pena Jesus ir até ela (Marcos 5:35). Foi assim com Marta, quando seu irmão Lázaro adoeceu e morreu quatro dias antes de Jesus chegar a Betânia (João 11:17). Foi assim com Jó, quando ele perdeu tudo o que tinha – bens, filhos e filhas, saúde, reputação (Jó 1 e 2) – numa sucessão de perdas quando até mesmo sua esposa e seus amigos se voltaram contra ele.
Mas até mesmo nessas situações tão extremas, a guerra não estava perdida. Talvez ao longo da nossa caminhada com Deus, nós percamos algumas batalhas, mas nunca a guerra! O nosso general é Cristo... é Ele quem peleja por nós e nos dá a vitória. Jesus Cristo - a esperança da glória! É nEle que devemos colocar a nossa esperança e a nossa fé! Assim como Jairo, Marta e Jó, devemos colocar nossa fé no Senhor e crer que nem tudo está perdido, e que apesar da adversidade das circunstâncias, ainda há esperança. “Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova” (Jó 14:7-9). Sim, devemos crer que ao cheiro das águas, viverá e dará frutos! Uma pequena fé num Deus grande… firmados na promessa de que 'seremos como árvore plantada junto a corrente de águas que, no devido tempo dá o seu fruto, cuja folhagem não murcha, e tudo quanto fizermos será bem sucedido' (Salmo 1:3).
O Senhor está no controle. Ele tem um plano, e assim como Ele disse a Jairo, hoje Ele diz a você e a mim: "Não tenhas medo, confia em mim". Crer e confiar. E Jesus ordenou à filha de Jairo que se levantasse, e a menina logo saltou e começou a andar. Ainda há esperança! Marta sabia disso quando disse: “Senhor, se cá estivesses, o meu irmão não teria morrido. Mas eu sei que mesmo agora não é tarde demais, pois tudo o que pedires a Deus ele te dará" (João 11:20).
Há um propósito para todas as coisas, inclusive para as nossas provações. Portanto, “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus” (Salmo 46:10). O Senhor quer reverter as adversidades em bênçãos, para nós e para outros. Quando Jesus soube que Lázaro havia adoecido, Ele disse que sua doença não era para morte, mas para a glória de Deus. Que Ele, o Filho de Deus, receberia glória em resultado daquela enfermidade. Jesus ressuscitou Lázaro e muitos judeus que presenciaram este milagre creram nEle. Da mesma forma, hoje o Senhor nos convida a declarar que a adversidade pela qual estamos passando não é para morte, mas para a glória de Deus! Quando Jó analisa sua vida, ele conclui que tudo o que aconteceu com ele contribuiu para que ele tivesse uma maior intimidade com Deus: antes “eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5). E o Senhor restaurou a sorte de Jó e deu-lhe o dobro de tudo o que ele antes possuía. Portanto, não se dê por vencido, ainda há esperança... logo você entenderá o propósito de Deus para esta hora.
_________________________
Texto: Ricardo Marques
Formatação: Magali Coutinho

Por Simone, às
09:08:10. [1]comentários
quarta-feira, 24 de novembro de 2004

Oração da reconciliação
Querido Jesus eu te recebo como meu Senhor e Salvador. reconheço que sou pecador e preciso do teu sangue derramado na cruz do calvário para me purificar de todo pecado e de toda injustiça. Jesus eu te agradeço porque me recebes como eu sou e perdoa o meu pecado.
Senhor Jesus eu quero quebrar todos pactos, tratos e contratos que fiz tanto consciente como inconsciente com o inimigo da minha alma, em nome de Jesus.
Declaro que a partir deste momento Jesus é o meu únivo Senhor e Salvador. Escreve o meu nome no livro da vida. Amém!
Evangelho de João c1 v 12 e Romanos c10 v 9

Por Simone, às
11:47:01. [1]comentários
terça-feira, 23 de novembro de 2004

Boa tarde!!!
Depois escevo mais, agora tô meio sem tempo!!!
Por Simone, às
14:52:58. [0]comentários
segunda-feira, 22 de novembro de 2004
oi gentem!!!

Por Simone, às
12:17:04. [0]comentários

Por Simone, às
12:04:49. [0]comentários
domingo, 21 de novembro de 2004
Um dia!
Milhares de anos antes de Jesus ser chamado de Cordeiro de Deus, o Criador prometeu perdão.
"Um dia", Deus disse a Jeremias, "eles serão meu povo e eu serei o Deus deles".
"Um dia", Deus prometeu a Oséias, "eu não me lembrarei dos pecados deles".
"E um dia", escreveu Davi, "os erros dos seres humanos serão jogados fora - não debaixo do tapete ou atrás de um sofá, mas para longe , muito longe, tão longe quanto o Leste é Oeste".
E você sabe o quê? Aquele dia chegou. Num monte de lixo fora de Jerusalém.
Um dia Deus, que tem todo o direito de fazer-me queimar toda eternidade, não enxergará mais minha apatia, minha gula, minhas mentiras e minha lascívia.
Ele indicará a cruz
E me convidará a ir para casa...
perdoado...
para sempre.
Max Lucado
Por Simone, às
13:16:43. [0]comentários
sexta-feira, 19 de novembro de 2004
"Se eu te adorar por medo do inferno,
Queima-me no inferno.
Se eu te adorar pelo paraíso,
Exclua-me do paraíso.
Mas se eu Te adorar pelo que Tu és,
Não esconda de mim a Tua face." - Rabia, 800 D.C.
Por Simone, às
18:30:04. [0]comentários

Bom dia amigos!!!
Tenham todos um ótimo dia, de grandes realizações...
Se conseguir, depois coloco uma mensagem!!!
Beijos,
Fonsequinha
Por Simone, às
09:17:37. [0]comentários
quinta-feira, 18 de novembro de 2004

Vinho novo em odre velho
Jamais me esquecerei de Steven. Encontrei-me com ele na cidade de St. Louis. Seus 23 anos de vida tinham sido duros: seu braço picado pela agulha e seu pulso marcado pela faca. Seu orgulho estava em seus punhos e sua fraqueza era a sua namorada.
A primeira resposta de Steven ao amor foi belíssima. Quando lhe contamos a história de Jesus, seu rosto duro enterneceu-se e seus olhos escuros dançaram. Ele queria mudar.
Mas, a namorada não pensava do mesmo modo. Ela ouvia com toda aparência de boa vontade e mostrava-se muito doce, mas seu coração estava preso as trevas. Qualquer mudança em Steven logo se perdia com as manobras dela, fazendo com que voltasse aos velhos hábitos. Ela era a última coisa entre ele e o Reino. Suplicamos que a deixasse, pois ele estava tentando colocar vinho novo num odre velho.
Durante vários dias lutou consigo mesmo, a fim de tomar uma decisão e finalmente concluiu: não podia deixá-la.
A última vez que vi Steven ele chorou... chorou... chorou incontrolavelmente. Abracei aquele homem forte e constatei que a profecia de Jesus era realmente verdadeira... ao colocar o seu vinho em odre velho... ele se perdeu.
Você tem qualquer odre que precisa ser jogado fora? O seu, talvez seja um velho vício - comida, roupas, jóias, sexo, ou hábito antigo como a maledicência ou palavrão. Ou talvez, como Steven, uma antiga relação.
Nenhuma amizade ou romance vale a perda de sua alma. Arrependimento significa mudança, transformação. E para isso é necessário livrar-se de tudo que não pode coexistir com Cristo.
Max Lucado
Por Simone, às
11:44:29. [0]comentários
quarta-feira, 17 de novembro de 2004
Gente com rosa na lapela
John Blanchard levantou-se do banco, ajeitou o uniforme do Exército e obserou a multidão que tentava abrir caminho na Estação Ferroviária Central de Nova York. Procurou avistar a moça cujo coração ele conhecia, mas não o rosto - a moça com a rosa.
Seu interesse por ela começara treze anos antes, em uma biblioteca da Flórida. Ao retirar um livro da estante, ele ficou intrigado, não com as palavras impressas, mas com as anotações escritas à mão na margem. A letra delicada indicava ser a de uma pessoa ponderada e sensível. Na primeira página do livro, ele descobriu o nome da proprietária anterior: Srta. Hollies Maynell.
Depois de algum tempo e de várias tentativas, conseguiu localizar o endereço dela. Morava em Nova York. Escreveu-lhe uma carta apresentando-se e propondo uma troca de correspondência. No dia seguinte, ele foi convocado para servir em uma base do outro lado do oceano. Era a Segunda Guerra Mundial. Durante os treze meses seguintes, os dois passaram a se conhecer por correspondência. Cada carta era uma semente caindo em um coração fértil. Florecia um romance.
Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou-se a enviar. Achava que, se ele realmente gostasse dela, não haveria necessidade da fotografia.
Quando ele retornou da Europa, marcaram o primeiro encontro às 19 horas na Estação Ferroviária Central de Nova York.
"Você me reconhecerá", ela escreveu, "pela rosa que estarei usando na lapela."
Assim, às 19 horas, Blanchard estava na estação à espera da moça cujo coração ele amava, mas cujo rosto nunca vira.
Deixemos que o próprio Blanchard conte o que aconteceu.
...
Em minha direção vinha uma jovem alta e esbelta. Seus cabelos loiros encaracolados caíam pelos ombros, deixando à mostra delicadas orelhas; os olhos eram azuis da cor do céu. Os lábios e o queixo tinham uma firmeza suave; trajando um costume verde-claro, parecia a própria chegada da primavera. Comecei a caminhar em sua direção sem notar que não havia rosa em sua lapela. Quando me aproximei, um sorriso leve e provocante brotou-lhe nos lábios. "Gostaria de me acompanhar, marujo?" ela murmurou.
De maneira quase incontrolável, dei um passo em sua direção, e foi então que avistei Hollies Maynell.
Ela estava em pé atrás da jovem. Aparentava bem mais de quarenta anos, e seus cabelos, presos sob um chapéu surrado, deixavam entrever alguns fios brancos. Seu corpo era roliço, tinha tornozelos grossos e usava sapatos de salto baixo. A moça de costume verde-claro distanciava-se rapidamente. Senti-me dividido, desejando ardentemente segui-la, mas ao mesmo tempo, profundamente interessado em conhecer a mulher cujo entusiasmo me acompanhara e me sustentara.
E lá estava ela. Seu rosto redondo e pálido estampava delicadeza e sensibilidade; os olhos cinzentos irradiavam meiguice e bondade. Não hesitei. Peguei o pequeno livro azul, de capa de couro, para me identificar. Não seria um caso de amor, mas poderia ser algo precioso, algo talvez melhor que amor, uma amizade pela qual eu era e seria eternamente grato.
Endireitei os ombros, cumprimentei e entreguei o livro à mulher, apesar de sentir-me sufocado pela amargura do meu desapontamento enquanto lhe dirigia a palavra. "Sou o Tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou satisfeito por você ter vindo encontrar-me. Aceita um convite para jantar?"
No rosto da mulher surgiu um sorriso largo e bondoso. "Não sei do que se trata, filho", ela respondeu, "mas a jovem de costume verde, que acabou de passar por aqui, pediu-me que usasse esta rosa na lapela e instruiu-me também que, se você me convidasse para jantar, eu deveria dizer que ela está à sua espera no restaurante do outro lado da rua. Ela me contou que se tratava de uma espécie de teste!"
Não é difícil compreender e admirar a sabedoria da Srta. Maynell. Se você quiser conhecer a verdadeira história do coração humano, observe sua reação diante de uma figura sem atrativos. "Diz-me quem amas," escreveu Houssaye, "e dir-te-ei quem és".
Hollis Maynell, contudo, está longe de ser um exemplo para medir o coração de alguém que se interessa pelo que não é belo.
No último sermão registrado por Mateus, Jesus faz exatamente isso. E faz isso não por meio de uma parábola, mas por meio de uma descrição. Não conta uma história, mas descreve uma cena -- a última cena, o juízo final. Em seu último sermão, Jesus coloca em palavras a verdadeira mensagem que Ele colocou em ação: "amar os excluídos".
Não há dúvida quanto o juízo final. Todos estarão lá. Naquele dia Jesus separará as ovelhas dos cabritos, os bons dos maus.
Em que Ele se baseará para fazer essa seleção? Talvez você se surpreenda com a resposta. "Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me."
Qual é a insígnea dos salvos? Sua escolaridade? Sua disposição para visitar países longínquos? Sua capacidade para atrair uma multidão e pregar? Sua habilidade para escrever livros com mensagens de esperança? Seus grandes milagrres? Não.
A insígnea dos salvos é seu amor para com os excluídos.
À direita do Pai estarão aqueles que deram de comer aos famintos, deram de beber aos sedentos, deram calor humano aos abandonados, vestiram os nus, confortaram os enfermos e visitaram os presos.
A insígnea dos salvos é seu amor para com os excluídos.
Você observou como é simples o que Jesus nos pede? Jesus não diz: "Eu estava enfermo e me curastes... Esta preso e me libertastes... estava abandonado e me construístes uma casa de repouro para mim..." Ele não diz: "Tive sede e me destes assistência espiritual."
Sem ostentações. Sem estardalhaço. Sem alardes na imprensa. Apenas pessoas bondosas praticando atos de bondade.
Porque quando praticamos atos de bondade a outas pessoas, praticamos atos de bondades a Deus.
Quando Francisco de Assis deu as costas à riqueza para seguir a Deus com simplicidade, abandonou suas roupas e saiu da cidade. Logo a seguir viu um leproso na beira da estrada. Passou por ele, mas depois parou, deu meia volta e abraçou o homem enfermo. Francisco prosseguiu seu caminho. Depois de dar alguns passos, virou-se para olhar novamente o leproso, mas não viu ninguém.
Durante o resto de sua vida, ele acreditou que o leproso era Jesus Cristo. Talvez ele estivesse certo.
Jesus habita nos esquecidos. Fez morada nos ignorados. Vive no meio dos enfermos. Se quisermos ver a Deus, devemos ir até onde estão os humilhados e os abatidos. É lá que o veremos.
"[Ele] se torna galardoador dos que o buscam (Hebreus 11.6)" é a promessa. "Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes (Mateus 25.40)" é o desígneo.
Talvez você já tenha lido a história de um homem da Filadélfia que foi à uma feira de bugigangas e encontrou uma tela da qual gostou muito. Aquela pintura empoeirada de uma igreja rural custava apenas dois dólares. Estava rasgata e desbotada, mas o homem gostou dela e comprou-a. Ao abri-la quando chegou em casa, caiu de dentro uma folha de papel cuidadosamente dobrado. Era a Declaração da Independência. Aquilo que todos imaginavam ser uma pintura barata de feira de bugigangas continha uma das cem cópias originais da Declração da Independência [dos EUA] impresa em 4 de julho de 1776.
Surpresas valiosas são encontradas nos lugares mais impossíveis. A lição da feira de bugigangas se aplica à vida. Faça um investimento nas pessoas que o mundo rejeitou -- o sem-teto, o aidético, o órfão, o divorciado -- e talvez você descubra onde se encontra a sua independência.
A mensagem de Jesus é arrebatadora: "A maneira como você os trata é a maneira como também me trata."
Dentre todos os ensinamentos de Cristo em sua última semana, para mim esse é o mais pungente. Gostaria que ele não tivesse dito o que disse. Gostaria que Ele tivesse dito que a insígnea dos salvos é a quantidade de livros que escreveram, porque já escrevi vários. Gostaria que Ele tivesse dito que insígnea dos salvos é a quantidade de sermões que pregaram, porque já preguei centenas. Gostaria que Ele tivesse dito que a insígnea dos salvos é a quantidade de pessoas que conseguiram atrair, porque já falei a milhares.
Mas Ele não disse isso. Suas palavras me dizem que aqueles que vêem Cristo são os que vêem os sofredores. Se você quiser ver Jesus, vá até uma casa de repouso, sente-se ao lado de uma senhora idosa, e ajude-a a colocar a colher na boca. Se quiser ver Jesus, vá até o hospital público e peça à enfermeira que o leve até alguém que nunca recebe visitas. Se quiser ver Jesus, saia do escritório, desça até o saguão e converse com o homem que está arrependido de ter se divorciado e está sentindo a falta dos filhos. Se quiser ver Jesus, vá até o centro da cidade e ofereça um sanduíche -- não um sermão, mas um sanduíche -- àquela senhora maltrapilha que mora debaixo do viaduto.
Se quiser ver Jesus... veja os mal-apessoados e os esquecidos.
Você poderá dizer que se trata de um teste. Um teste para medir a profundidade do nosso caráter. O mesmo teste que Hollis Maynell utilizou com John Blanchard. Os rejeitados do mundo usando rosas. Assim como John Blanchard, temos às vezes de adaptar nossas expectativas. Temos às vezes de reexaminar nossos motivos.
Se ele tivesse virado as costas à uma figura sem atrativos, teria perdido o amor de sua vida.
Se nós virarmos as costas, poderemos perder muito mais.
Max Lucado
Por Simone, às
17:16:57. [1]comentários
terça-feira, 16 de novembro de 2004
Amor é tudo o que você vai encontrar A água tem que ser molhada. O fogo tem que ser quente. Você não pode tirar o molhado da água e continuar tendo água. Você não pode tirar o calor do fogo e continuar tendo fogo. Da mesma maneira, você não pode tirar o amor de Deus... e ainda existir Deus. Porque Ele foi... e é... Amor. Experimente-o profundamente. Explore cada canto. Vasculhe cada ângulo. Amor é tudo o que você vai encontrar. Vá ao início de cada decisão que Ele tomou e você o encontrará. Vá ao fim de cada história que Ele contou e você o verá. Amor. Nenhuma amargura. Nenhuma maldade. Nenhuma cureldade. Apenas amor. Infalível amor. Apaixonado amor. Vasto e puro amor. Ele é amor. Max Lucado
Por Simone, às
15:09:30. [0]comentários
|